Desconfinar pós-covid de bicicleta

15 Maio 2020

Agora que saímos de casa, não faças novamente o mesmo!

Desconfinar no pós-covid de bicicleta.

É a nossa proposta para o teu novo 'eu'.

Desconfinar pós-covid de bicicleta

Todos já ouvimos falar no 'novo normal' e como vamos ter de conviver com uma pandemia que nos exige a repensar o dia-a-dia, a rotina da deslocação de casa para o emprego, para a escola, para o infantário.. e de regresso.

Pensa. Fazer tudo igual?
Quantas vezes quiseste que fosse diferente?
E que os dias te parecem sempre iguais?

Na rotina, põe um pouco mais de 'eu'!


Pedala com energia,
Sente o vento na cara e inspira.
Dá lugar ao dia que amanhece,
À tarde que aquece,
À noite que amolece.

 

 

REPENSA

O TEU NOVO EU 

Pedala. Passeia. Vive.
Esta é uma nova oportunidade de repensar o teu dia-a-dia de bicicleta

 

"No 'novo normal', a bicicleta faz parte da cidade"
/ ler notícia no Shifter (Sapo)


Com o pico da pandemia já lá atrás na curva, a Europa afectada pelo Covid-19 começa a pensar no regresso à normalidade ou, pelo menos, a uma nova normalidade. São vários os países que, com o fim iminente dos estados de emergência decretados, começam agora a planear o pós-confinamento, redesenhando a economia e a vivência social com a ameaça do coronavírus presente mas a consciência de que um novo surto tem de ser evitado. Nessa espécie de novo normal, em que vamos viver com o Covid-19, é crucial repensar a cidade para manter as recomendações de distância social e não contacto humano das autoridades de saúde.

 

 

REPENSA

O TEU TRANSPORTE
Observa. Ouve. Relaxa.
Olha para o horizonte.
Foge à estrada e ao carro.

"MUBI propõe plano para fazer da bicicleta uma alternativa no pós-covid"
/ ler notícia no Público


Com o fim do Estado de Emergência à vista, e temendo “um incremento da utilização do automóvel individual, com congestionamento e poluição” das cidades, a Associação para a Mobilidade Urbana em Bicicleta (Mubi) enviou ao Governo uma carta com dez propostas para fazer dos velocípedes uma alternativa, pelo menos nas deslocações mais curtas. Entre elas, esta entidade propõe que a velocidade máxima em todas as zonas urbanas passe para os 30 km/h, e a aceleração de um conjunto de medidas que favoreçam a convivência entre o carro, a bicicleta e os peões.

 

 

REPENSA

O TEU DESCONFINAMENTO

Desfruta. Viaja. Explora.
A inspiração e criatividade nasce dos teus momentos do dia-a-dia.

"Mobilidade pós-covid: "Quando isto tudo acalmar, as bicicletas serão uma escelente opção"
/ ler notícia no SmartCities


Qual era o nosso paradigma anterior? – E vamos ver se esse paradigma muda, que é um bocado a razão desta conversa! Desde os anos 60 até ao princípio deste milénio, o paradigma era o car centered planning. Planeamento baseado no carro, a acessibilidade ao carro, possibilidade de estacionamento, aumentar as auto-estradas e tal. Para a coesão territorial de um país ou de uma região europeia, faz todo o sentido termos uma boa rede de auto-estradas. Para transporte de mercadorias, etc. – e até isso é discutível. Mas dentro das cidades é um problema. Portanto, muda-se o paradigma para a mobilidade sustentável. Que paradigma é esse? É evitar viagens, evitar viagens motorizadas e evitar que viagens motorizadas sejam longas, aproximando as pessoas e procurando que as viagens que tenham que ser feitas através do modo motorizado, porque são longas, sejam feitas em modos mais eficientes. Ou seja, transferência do carro para o autocarro e, se possível, do autocarro para as bicicletas e para os peões. É esta a cadeia da mobilidade sustentável.

 

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